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Relação entre bebes e animais

 

Convívio seguro entre pets e crianças

Já sabemos que de uma forma geral, os pequeninos ficam encantados quando estão na presença de u bichano peludo ou um cachorro brincalhão. Essa interação é muito gostosa e saudável, tanto para a criança como para o pet. Porém esse contato precisa ser seguro, observando as ações do bebe e principalmente as reações do animal, corrigindo se for necessário. Apesar dos cães e gatos serem dóceis, domesticados e mansos, são animais que possuem instintos naturais de defesa e de sobrevivência que podem causar acidentes.

Ajude no processo de entendimento da criança

 - Devemos deixar claro para os pequenos, principalmente crianças na primeira infância, que os animais não são brinquedos, e que assim como nós, eles sentem medo, dor, calor, etc. As crianças estão acostumadas e verem os animais em brinquedos, filmes, roupas, etc. Isso faz com que eles os vejam de forma lúdica, e não te distinção clara com a realidade.

- Entenda melhor o seu animal. Observe-o e tente detectar as mensagens que eles contumaz nos passar, seja e forma, frio, calor, dor, etc. Assim você poderá deixar a brincadeira do pet com o bebe para um momento mais oportuno, quando ele estiver alimentado, mais calmo e com disposição para brincar, mas serve esteja perto, observando as reações do animal, lembre-se de que ele tem extintos naturais e as vezes podem ser avisos para que se afaste ou pare com aquela brincadeira:

Cães:Rosnados, exposição dos dentes, postura inclinada, cauda entre as pernas ou eriçada e testa franzida.

Gatos:Chiados ou rosnados, orelhas achatadas ou para trás, cauda ereta e trêmula, ameaça de arranhadura, pupilas dilatadas.

Em seu ambiente familiar, defina algumas regrinhas básicas, porém muito importante para que o animal se sinta confortável e tranquilo. Como por exemplo não se aproximar quando ele está comendo, não montar, não bater ou atirar objetos, não acorda-lo repentinamente, não puxar o rabo e colocar a mão nos olhos, etc.

 

O comportamento dos cães e dos gatos é igual? NÃO!

 

CÃES: De forma geral os cachorros são mais tolerantes e dóceis, mas não costumam gostar de muita aproximação quando estão se alimentando, cães de raças pequenas tendem a ter um comportamento mais agressivo e podem avançar quando estão com o tutor, no colo, no sofá ou embaixo da mesa.

GATOS: Devemos ter mais cautela ao deixar a criança na presença de um felino. De forma geral eles são mais ariscos a carinhos e abraços, principalmente na região do abdomes. Os gatinhos curtem brincar com suas próprias unhas, observe a distancia entre o gato e o rosto da criança, para não ocorrer arranhões na região dos olhos.

 Observe o comportamento do seu animal, isso vai ajudar a identificar os limites de cada bicho. . Mesmo cães ou gatos criados juntos e da mesma raça podem se comportar de maneira diferente.

Não deixe que a criança e o animal troquem de brinquedos. Pois os brinquedos de criança são impróprios para o pet, assim como os brinquedos do animal não são seguros para a criança.

Seja o exemplo para a criança, o comportamento dos pais e familiares serão seguidos pelos pequeninos, então de muito amor ao seu animal, e mostre à criança a importância de trata-lo com respeito.

Educando o pet

 

É de extrema importância ensinar o animal a respeitar os limites da criança, isso seria mais fácil no caso do pet chegar depois da criança, já que naturalmente o animal vai entender que se trata de um membro da família. O correto é inserir o filhote no ambiente e rotina familiar o mais cedo possível, ensinar a ele que certos comportamentos são inadequados, e recompense-o quando ele acertar.

Na convivência com o animal você deve se comportar como um líder, principalmente para os cães. Cachorros precisar ser guiados e ensinados, para que eles possam aprender qual seu papel no ambiente familiar.

Se for o bebê que chegou depois, você precisa apresenta-lo ao animal aos poucos, tendo paciência e cautela. O que pode ajudar é deixar o animal cheirar os objetos do bebe durante a gravidez. Quando o bebe chegar mostre ao animal que a presença da criança é algo bom, agradável, assim como uma brincadeira ou um petisco. Qualquer sinal de agressividade ou movimento brusco deve ser imediatamente repreendido seguido de um “não”, e o distanciamento físico (virar as costas ou sair de perto). Quando o animal se mostrar tranquilo ao lado da criança, recompense.

 

Raças mais indicadas

Existem raças que apresentam um comportamento amistoso, além de serem mais tolerantes ao contato insistente das crianças e, portanto, podem facilitar a convivência:

Já sabemos que algumas raças são mais pacíficas e tem melhor entrosamento com as crianças. Em relação aos cães, as raças mais amistosas são:

Cães

Golden Retriever e Labrador: Essas duas raças tem muita semelhança em seu comportamento. Como são animais de caça, ensinados a trazer presas abatidas o dono, são cães gentis, que geralmente aceitam ter algo retirado da boca (mas não quer dizer que é recomendado fazer isso sem conhecer o temperamento do cão). Difícil encontrar um cão dessas raças que apresente agressividade. São extremamente gentis e tranquilos

Collie e Border Collie: são cães educados e muito inteligentes. Sua função é de pastorear rebanhos, por isso demostram muita obediência aos seus tutores, aprendendo facilmente as regras e respeitando os limites.

Pug, Jack Russel e Bulldog Francês: Por serem raças de porte pequeno, facilita a interação com as crianças. São raças que dispões de bastante energia e acompanham o pique dos pequenos. Não apresentam agressividade e costumam ser bastante pacíficos.

Basset Hound e Beagle: Essas duas raças possuem porte médio, portanto não são tão delicados como os cães pequenos e nem tão estabanados como os cães de porte grande. Também costumam ser amistosos e brincalhões.

 

Gatos

Persa: talvez seja a raça de gato mais tranquila. Sua pelagem longa e olhos grandes chamam a atenção das crianças.

Por: Juliana Queiroz | Agência New Folder | 03/07/2020

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