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Adotei um pet, e agora?

Adotei um pet, e agora?

Se você adotou um bichinho, PARABÉNS! Dar um lar ao um animal abandonado é um ato de amor, carinho e compaixão. Alguns cuidados devem ser tomados, e algumas mudanças poderão ser feitas com a chegada do PET. Separamos algumas dicas valiosas que ajudarão bastante nesta nova e maravilhosa fase!

Atualmente a taxa de animais abandonados chega a 30 milhões em todo o país, e isso registra os significantes 30% do total da população de pets. Muita coisa, não? A adoção é uma das maneiras de ajudar esses animais, porém se você não tem espaço e nem tempo para ter um animal, saiba que pode ajudar de outra forma. A seguir vamos dar algumas dicas para você que adotou um bichinho ou para você que quer ajudar de outras maneiras. Vamos lá?

 

Prepare a casa para receber o novo membro da família

Por mais organizada, limpa e ampla que seja a sua casa, algumas adaptações devem ser feitas para que o animal possa ficar a vontade sem riscos de engolir pequenos objetos, que podem ser até mesmo perfurantes, ou produtos tóxicos, que podem levar o animal a óbito.

Além dos cuidados para que o novo membro da família fique seguro e confortável, pense na organização de objetos que não sejam perigosos mas que o cão ou gato não possam estragar. Como um vaso quebrado, fazer a sua poltrona de “mordedor” ou “arranhador”. TVudo vai depender da energia e disposição que animal terá, então pense na disposição da casa na hora que ele tiver que ficar sozinho.

Cuidados com a SAÚDE no novo companheiro

Caso o seu amigão tenha sido adotado através de alguma ONG, possivelmente junto com ele vieram todas as informações de saúde que devem ser feitas dali pra frente, inclusive algumas vacinas são dadas pela organização que o resgatou. Mas se você o encontrou na rua, ou foi dado por outra pessoa, é imprescindível a consulta imediata ao veterinário. Apenas um especialista poderá fazer um checkup, assim o vet irá garantir que você esteja ciente de todas as informações, cuidados e precauções que você deverá tomar para proteger o animal, você e os demais membros da casa dali para frente. Muitos animais que foram tirados de situação de rua e abandono podem apresentar algumas doenças típicas, que podem afetar a nós, serem humanos. Algumas delas são:

- Cinomose

Apesar de ser uma doença mais comum em filhotes, a cinomose é uma doença altamente contagiosa que pode atingir cães de todas as idades. Atacando diretamente diversos órgãos, podendo se alastrar por todo organismo.

Muito comum nos filhotes, a cinomose é uma doença altamente contagiosa que pode atingir cães de todas as idades. Ela agride muito rápido os órgãos, e se espalha com facilidade em todo o organismo. O vírus transmissor é bastante sensível ao calor e um ambiente frio e seco é o ideal para que ele sobreviva por mais tempo

- Parvovirose

É uma doença altamente contagiosa, que atinge os filhotes de cães, a parvovirose é transmitida, principalmente, quando há contato com fezes que contém o vírus parvovírus. É um vírus que se se aloja em roupas, tigelas de comida, e demais objetos.

- Parasitas

Há outras doenças que são causadas por parasitas que podem causar desde pequenos desconfortos no animal até levar a doenças graves que podem levar o animal a óbito em poucos dias. Alguns deles são os vermes, pulgas, berne, carrapatos, sarna e diversas outras doenças.

Personalidade e comportamento

Como os animais que são adotados podem ter passado por alguma situação de abandono e infelizmente violência, pode ser que ele demande muito mais tempo para aprender alguns comandos e oque pode e não pode fazer. Então, paciência e orientação profissional serão primordiais nos primeiros meses de adaptação do bichinho.

Assim como bebes recém-nascidos, os primeiros meses com a nova família podem ser desgastantes e difíceis para um membro que acabou de chegar na família, mas serão muito importantes e fundamentais para adaptação tanto do animal como nos demais membros da família. O seu novo “filho” pode ficar confuso e com medo de todos e tudo a sua volta, afinal, ele acaba de começar uma vida nova! Por isso seguem algumas dicas para que ele se sinta colhido por você:

O simples é o começo!

Comece com informações básicas e de fácil entendimento para ele. Comando como sentar é o mais comum e mais fácil aceitação do cachorro, por exemplo.

Você pode dar pequenas recompensas para ele quando ele obedecer algum comando, como petiscos próprios e saudáveis. Reforce o comando obedecido com um carinho e mostre a ele que você ficou satisfeito.

- Aprendizado requer paciência!

Num primeiro momento o animal pode se sentir amedrontado com a presença da nova família e de amigos. Pode ser que ele se esconda, seja arisco e pouco receptivo e até mesmo fique sem apetite para comer. Mas isso é absolutamente normal! Seja PACIENTE, e mostre a ele com todo amor e carinho que você está ali pronto para ama-lo. Isso vai o ajudar bastante na nova adaptação.

- Crie uma rotina

Procure manter a rotina de passeios e alimentação sempre que possível. Pois assim eles vão se adaptando a nova vida e aprendendo a confiar em você. Usar as mesmas frases e as mesmas entonações ajuda a ele identificar o que você está propondo: “Vamos passear”, “hora do banho”, “comidinha” faz com que vocês criem um vínculo de animal – tutor.

- Um tempinho para ele ficar só

Sabemos que eles adoram carinhos e brincadeiras o tempo todo, não é mesmo? Isso cria uma relação afetuosa entre você e o animal. Entretanto eles também precisam de um tempo a sós, seja dormindo, descanando ou mesmo brincando sozinho. Isso fará com que ele crie autonomia, explorando os ambientes da casa e sentir-se mais seguro.

Não precisa sair par que ele fique sozinho, ficar em outro cômodo sem a presença dele já ajuda bastante no processo.

- Diminua a ansiedade

Mantenha o seu novo filho ocupado enquanto você não estiver por perto, de a ele ossos próprios para cães, se for um bichano os arranhadores fazem muito sucesso. Até mesmo uma musica calma pode entreter o seu animal. Assim você poderá deixa-lo sozinho algumas horas sem que ele encontre distração proibida.

 

- Castração

A forma mais eficaz de diminuir a quantidade de animais abandonado á a castração. Então, castrar o animal o mais breve possível, evita que ele reproduza e reduz significativamente os riscos de câncer, tanto nos gatos quanto nos cães.

Como ele (a) se chama?

Algumas pessoas podem não dar muita importância para a escolha do nome do mais novo membro da família. Mas escolher o nome do seu mais novo melhor amigo é uma decisão importantíssima e deve ser tomada com cuidado. Por isso listamos algumas dicas pra você escolher o nome perfeito para seu cachorro:

Pode parecer que não, mas a pensar no nome do animal é bastante importante, e deve ser escolhido com cuidado.

 - Nomes Curtos

A dica mais valiosa na escolha do nome é usar nomes curtos e simples. Quanto maior e mais complexo for o nome, mais o seu amigão vai demorar em associar que aquele é o nome dele, e consequentemente, as ações de comando ficarão mais difíceis. Se o nome dele já for comprido ou composto, você pode tentar apelidos com as primeiras silabas do nome dele.

- Consoantes Fortes

Os cães possuem uma frequência diferente da nossa para ouvir sons, as orelhas deles funcionam como uma antena parabólica que capta sinais, sons e palavras. Ao escolher o nome, usar consoantes de sons mais fortes ajuda no processo de aprendizagem do animal, como C, CH, K. Alguns exemplos bacanas são: Chico, Tuca, Kaka, etc.

Gostou do conteúdo? Não se esqueça de deixar o seu comentário. E nos diga, o seu pet é adotado?

Por: Juliana Queiroz | Agência New Folder | 23/06/2020

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